Antonio Dias Derrotas e vitórias

14 Out 2020 21 Mar 2021 Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM São Paulo) Exposição individual
Antonio Dias, <i>O Poder</i>, 1963. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, O Poder, 1963. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, <i>Sem Título</i>, 1994. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, Sem Título, 1994. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, <i>Untitled</i>, sem data. Cortesia de Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, Untitled, sem data. Cortesia de Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, <i>Sem título</i>, 1964. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Antonio Dias, Sem título, 1964. Cortesia do Museu de Arte Moderna de São Paulo

Antonio Dias: derrotas e vitórias, exposição retrospectiva do pintor paraibano Antonio Dias (1944-2018) no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM SP). 

O MAM SP está aberto ao público, das 12h às 18h e com ingresso gratuito durante o mesmo de outubro. Confira aqui como fazer uma visita segura.  

A retrospectiva Antonio Dias: derrotas e vitórias traz uma visão de conjunto da obra do artista, que faleceu em 2018, incluindo pinturas, desenhos, instalações e filmes que revelam temas existenciais recorrentes em sua pesquisa e conferem caráter testemunhal à sua obra. A prévia da exposição pode ser vista online aqui.

Dias participou ativamente da resistência à ditadura militar, produzindo trabalhos que se opunham não apenas à a opressão política, mas também às tradições de pintura da época. Entre 1964 e 1968, realizou trabalhos gráficos com elementos que remetiam às histórias em quadrinhos da Pop Art. Seis anos depois, em 1977, começou outra série histórica, a dos papéis do Nepal: durante cinco meses, o artista produziu papéis artesanais em Barabishe, localidade próxima da fronteira com o Tibete, por meio de um processo que envolve óxido de ferro, pigmentos minerais como a malaquita e apenas uma cor (o vermelho). Dois desses trabalhos integram a mostra. 

Curadoria: Felipe Chaimovich

Saiba mais sobre o artista aqui.

  1. Caroline A. Jones, Eyesight Alone: Clement Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
  2. Greenberg’s Modernism and the Bureaucratization of the Senses (Chicago: University of Chicago Press, 2005).
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